sexta-feira, 27 de maio de 2016

Gardeninha pode implodir candidatura de Eliziane Gama


A pré-candidatura da deputada federal Eliziane Gama (PPS) à Prefeitura de São Luís pode sofrer um revés político de rejeição. Isso porque o nome da ex-deputada estadual Gardênia Castelo (PSDB/foto), mais conhecida por "Gardeninha", deve compor chapa a vice encabeçada pela parlamentar na disputa à Prefeitura de São Luís.

O problema é que o nome de Gardeninha foi uma articulação do seu pai, deputado João Castelo, que para abdicar da disputa interna no PSDB, na corrida sucessória ao governo municipal, colocou como condição básica que sua filha fosse vice na campanha eleitoral de Eliziane Gama.

Como se observa os fins na política justificam os meios. Mas faltou combinar com o povo, já que Gardeninha destruiu a gestão do próprio pai, quando assumiu a Prefeitura da capital maranhense (2008 a 2012). 

Neto Evangelista fica de fora no PSDB


A decisão do PSDB maranhense em apoiar a pré-candidatura da deputada federal Eliziane Gama (PPS) à Prefeitura de São Luís, nas eleições de outubro deste ano, deixou de fora a figura do deputado estadual licenciado e secretário estadual de Desenvolvimento Social, Neto Evangelista (foto), que já se articulava para sair com candidatura majoritária pela alta cúpula do tucanato.

Neto Evangelista levou uma rasteira no PSDB quando o ex-prefeito da capital e atual deputado federal João Castelo resolveu abrir mão de sair candidato à Prefeitura, deixando o partido livre para fazer alianças com outros partidos, em especial com o PPS. Como prêmio a filha de Castelo dev ser candidata a vice na chapa a ser encabeçada pela deputada Eliziane.

Até agora o secretário Neto Evangelista ainda não se pronunciou sobre o assunto, mas há informações de que ele não concorda com esse posicionamento da direção do PSDB.

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Em gravações, Sarney e Renan articulam influência sobre Zavascki

Amigos de longas datas o presidente do Senado, Renan Calheiros, e o ex-presidente da República, José Sarney
Da Veja

Brasília- As primeiras gravações de conversas entre o ex-presidente José Sarney (PMDB) e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, divulgadas ontem pelo jornal Folha de S. Paulo, não implicaram a dupla de caciques peemedebistas tanto quanto o senador Romero Jucá (PMDB-RR), flagrado tramando um "pacto" para "estancar a sangria" provocada pela Operação Lava Jato. Sarney aparece prometendo ajuda a Machado para não ter o caso remetido ao juiz Sergio Moro e Renan defende mudanças na lei de delações premiadas. 

Novos trechos de gravações feitas por Machado, divulgadas na noite de ontem pelo Jornal da Globo, da TV Globo, no entanto, mostram ele, Sarney e Renan buscando meios de influenciar o ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF). Sérgio Machado entregou os áudios à Procuradoria-Geral da República em seu acordo de delação premiada, homologado ontem por Zavascki.

Em diálogo gravado no dia 10 de março, Sérgio Machado relata a José Sarney o temor de que fosse "jogado para baixo", ou seja, tivesse o caso nas mãos de Moro, e se queixa de que com "Teori ninguém consegue conversar". O ex-presidente, então, sugere o nome do ex-ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Cesar Asfor Rocha como interlocutor junto a Zavascki: "Você se dá com o Cesar? Cesar Rocha?", indaga Sarney, que em seguida pondera que Rocha "tem total acesso ao Teori. Muito, muito, muito, muito acesso, muito acesso. Eu preciso falar com Cesar. A única coisa com o Cesar, com o Teori é com o Cesar".

Na mesma conversa, Sarney se diz preocupado "porque eu sou o único que não estive num negócio desses, sou o único que não estive envolvido em nada" e Machado responde que "o que acontece é que a gente tem que me ajudar a encontrar a solução". O ex-presidente da Transpetro, então, questiona, referindo-se a Sergio Moro: "agora, eu preciso, se esse p... me botar preso um ano, dois anos, onde é que vai parar?", e ouve como resposta que "isso não vai acontecer. Nós não vamos deixar isso".

No dia seguinte, 11 de março, outra gravação de Sérgio Machado mostra uma conversa entre ele, Renan e Sarney. Os peemedebistas citam o advogado Eduardo Ferrão como outro possível canal de influência sobre o ministro do STF. Sarney diz que "o Renan me fez uma lembrança que pode substituir o Cesar. O Ferrão é muito amigo do Teori". Mentor da ideia, o presidente do Senado pondera que "tem que ser uma coisa confidencial" e Machado conclui: "só entre nós e o Ferrão".

Também no dia 11 de março, Machado gravou uma conversa apenas com Renan Calheiros, em que relata ao padrinho político que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, "tem certeza que eu sou o caixa de vocês", "acha que no Moro, o Moro vai me prender, e aí quebra a resistência" e "se me jogar lá embaixo, eu tou f...". Lacônico, Renan responde que "isso não pode acontecer".

Em nota divulgada nesta quinta-feira, o presidente do Senado diz que "não tomou nenhuma iniciativa ou fez gestões para dificultar ou obstruir as investigações da operação Lava Jato, até porque elas são intocáveis e, por essa razão, não adianta o desespero de nenhum delator".

Odebrecht - Nos diálogos veiculados pelo Jornal da Globo, Sarney faz mais comentários sobre a delação premiada da Odebrecht. Em trechos divulgados ontem pelo jornal Folha de S. Paulo, o ex-presidente se refere ao potencial de destruição das revelações da empreiteira afirmando que "a Odebrecht vem com uma metralhadora ponto 100".

"A Odebrecht [...] vão abrir, vão contar tudo. Vão livrar a cara do Lula. E vão pegar a Dilma. Porque foi com ele quem tratou diretamente sobre o pagamento do João Santana foi ela. Então eles vão fazer. Porque isso tudo foi muito ruim pra eles. Com isso não tem jeito. Agora precisa se armar. Como vamos fazer com essa situação. A oposição não vai aceitar. Vamos ter que fazer um acordo geral com tudo isso", propõe o ex-presidente a Sérgio Machado, que sugere "inclusive com o Supremo. E disse com o Supremo, com os jornais, com todo mundo". Sarney, enfim, conclui: "Supremo... Não pode abandonar".

Acordos de leniência - Os novos trechos de diálogos também mostram José Sarney e Machado discutindo meios de enfraquecer a Lava Jato. A solução aventada por ambos é a aprovação da medida provisória editada pela presidente afastada Dilma Rousseff que regulava os acordos de leniência e permitia que as empresas que admitissem culpa e pagassem multas voltassem a obter contratos com a administração pública.

"Outro caminho que tem que ter é a aprovação desse projeto de leniência na Câmara o mais rápido possível, porque aí livra o criminal. Livra tudo", pondera o ex-presidente da Transpetro. "Tem que lembrar o Renan disso. Para ele aprovar o negócio da leniência", responde Sarney.

Delações premiadas - Sarney e Renan aparecem nas gravações feitas por Sérgio Machado conversando sobre a legislação que regula delações premiadas. "O importante agora, se nós pudermos votar, que só pode fazer delação, é só solto", sugere o ex-presidente, com quem Renan concorda: "Que só pode solto, que não pode preso. Isso é uma maneira sutil, que toda sociedade compreende que isso é uma tortura".

Delação da Odebrecht 'vem como uma metralhadora ponto 100', diz Sarney em gravação


Da Veja

Em conversas gravadas pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, o ex-presidente José Sarney (PMDB/foto) disse que a delação premiada que a Odebrecht e seus executivos estão prestes a fechar no âmbito da Operação Lava Jato "vem com uma metralhadora de ponto 100". O conteúdo dos áudios foi divulgado nesta quarta-feira pelo site do jornal Folha de S. Paulo. 

Assim como Renan Calheiros (PMDB-AL) e Romero Jucá (PMDB-RR), Sarney foi um dos três caciques peemedebistas gravados em diálogos com Machado, que entregou os áudios à Procuradoria-Geral da República em seu acordo de delação premiada, homologado hoje pelo relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Teori Zavascki.

Relacionando as possíveis revelações da empreiteira à presidente afastada Dilma Rousseff, Sarney afirmou que "nesse caso, ao que eu sei, o único em que ela (Dilma) está envolvida diretamente é que ela falou com o pessoal da Odebrecht para dar para campanha do... E responsabilizar aquele [inaudível]". Ele não mencionou em qual campanha teriam ocorrido as irregularidades envolvendo a petista.

Além de Sarney, Renan Calheiros também falou sobre o potencial de destruição das possíveis revelações da empreiteira. Ao comentar a situação de Dilma, Machado disse a ele que a Odebrecht "vai tacar tiro no peito dela, não tem mais jeito". E Renan responde: "Tem não, porque vai mostrar as contas", em uma possível referência às contas de campanha da petista.

A respeito da Lava Jato, Sarney afirmou que governos petistas são os responsáveis pelo esquema de corrupção na Petrobras. "Esse negócio da Petrobras, só os empresários que vão pagar, os políticos? E o governo que fez isso tudo, hein?", questionou o ex-presidente.

Após Machado citar que "não houve nenhuma solidariedade" de Dilma a Lula, provavelmente em referência às investigações da Lava Jato que avançam sobre o petista, José Sarney concordou, e aproveitou para criticar o juiz federal Sergio Moro, que conduz os processos da operação em Curitiba: "Nenhuma, nenhuma. E com esse Moro perseguindo por besteira".

Em outro trecho da conversa gravada, Sarney diz a Machado que poderia ajudá-lo a evitar que as investigações contra ele no petrolão fossem remetidas à 13ª Vara Federal de Curitiba, onde despacha Moro. "O tempo é a seu favor. Aquele negócio que você disse ontem é muito procedente. Não deixar você voltar para lá [Curitiba]", prometeu o ex-presidente.

Diante de relatos de Machado de que havia "insinuações", provavelmente do Ministério Público Federal, por uma delação premiada, José Sarney se mostrou preocupado com a possibilidade e disse a ele que "nós temos é que conseguir isso [o pleito de Machado]. Sem meter advogado no meio".

Confira abaixo os principais trechos da conversa entre Renan e Machado:

Michel Temer - Ao ouvir de Sérgio Machado que os partidos de oposição ao governo petista "achavam que iam botar tudo mundo de bandeja..." José Sarney disse que os opositores resistiam a apoiar o governo de Michel Temer. Segundo o ex-presidente, "nem Michel eles queriam, eles querem, a oposição. Aceitam o parlamentarismo. Nem Michel eles queriam. Depois de uma conversa do Renan muito longa com eles, eles admitiram, diante de certas condições".

Lula - Após Machado dizer "acabou o Lula, presidente", José Sarney concordou e afirmou que "o Lula acabou, o Lula, coitado, deve estar numa depressão". Em outro trecho do diálogo gravado pelo ex-presidente da Transpetro, o peemedebista relata que "soube que o Lula disse, outro dia, ele tem chorado muito. [...] Ele está com os olhos inchados".

PSDB - Assim como nos diálogos gravados com Renan Calheiros e Romero Jucá, Sérgio Machado mencionou o PSDB. Ele disse que os tucanos "sabem que são a próxima bola da vez" ao que Sarney acrescentou: "Eles sabem que eles não vão se safar". O partido informou nesta quarta-feira que irá processar Machado por menções ao presidente nacional do partido, senador Aécio Neves (MG).

Delcídio - Depois de Sérgio Machado dizer que o Supremo Tribunal Federal "rasgou a Constituição", José Sarney lembrou o caso do ex-senador Delcídio do Amaral, preso em novembro de 2015 e cuja prisão foi ratificada pelo plenário do Senado. "Foi. [O STF] fez aquele negócio com o Delcídio. E pior foi o Senado se acovardar de uma maneira...", criticou o ex-presidente. "Aquilo é uma página negra do Senado", concluiu o ex-presidente pouco depois.

Aonde o penico vai, a tampa também acompanha

O presidente afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) é aliado-mor do deputado federal Waldir Maranhão (PP)
O presidente interino da Câmara Federal, deputado Waldir Maranhão (PP/foto), mais uma vez atendeu aos caprichos do presidente afastado da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Desta vez, em nova interferência, o parlamentar maranhense vem sendo criticado por atender aos apelos da defesa e proibir que o parecer final sobre o processo de cassação de Cunha no Conselho de Ética traga acusações de recebimento de vantagens indevidas no esquema de corrupção da Petrobras - o que, na prática, enfraquece o parecer final do relator Marcos Rogério (DEM-RO), que tende a pedir a perda do mandato de Cunha.

Segundo revela o site da Veja, em decisão proferida na terça-feira, 24, Waldir Maranhão determinou que "tanto o parecer do relator como a defesa do representado devem limitar-se à única imputação considerada apta no parecer preliminar que admitiu o prosseguimento da representação". Dessa forma, o relatório contra Cunha deve ficar restrito à acusação de que mentiu aos congressistas ao negar a manutenção de contas secretas fora do país - o que foi descoberto pela força-tarefa da Operação Lava Jato, que avalia que as contas serviam como um caminho para mascarar o recebimento de propina no esquema de corrupção da Petrobras.

Conforme a matéria da Veja, essa já é a quarta ação do comando da Câmara que envolve o Conselho de Ética, o que motiva, em boa parte, a demora para a conclusão da investigação, instaurada em novembro do ano passado. 

A reportagem destaca que partiu de Waldir Maranhão, ainda quando ocupava a vice-presidência da Casa, a destituição de um relator favorável à admissibilidade da apuração contra Cunha, a anulação do parecer que dava continuidade aos trabalhos e, ainda, a imposição de um limite às apurações, deixando de fora boa parte do que a Operação Lava Jato já trouxe à luz sobre o envolvimento de Eduardo Cunha no esquema de corrupção da Petrobras.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Sarney também é alvo da Operação Lava Jato


Da Veja

Em mais um diálogo gravado pelo ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, e entregue à Procuradoria-Geral da República (PGR), o ex-presidente José Sarney (PMDB/foto) diz a Machado que poderia ajudá-lo a evitar que as investigações contra ele na Operação Lava Jato fossem remetidas à 13ª Vara Federal de Curitiba, onde despacha o juiz federal Sergio Moro. A delação premiada de Sérgio Machado foi homologada hoje pelo relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Teori Zavascki. O diálogo entre Sarney e Machado foi revelado nesta quarta-feira, 25, pelo jornal Folha de S. Paulo.

"O tempo é a seu favor. Aquele negócio que você disse ontem é muito procedente. Não deixar você voltar para lá [Curitiba]", afirmou o ex-presidente a Sérgio Machado. Assim como Sarney, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e o senador Romero Jucá (PMDB-RR), tiveram conversas gravadas pelo ex-presidente da Transpetro, que entregou à PGR. Flagrado tramando um "pacto" para "estancar a sangria" provocada pela Lava Jato, Jucá foi derrubado do Ministério do Planejamento após doze dias no cargo.

Diante de relatos de Machado de que havia "insinuações", provavelmente do Ministério Público Federal, por uma delação premiada, José Sarney se mostrou preocupado com a possibilidade e disse a ele que "nós temos é que conseguir isso [o pleito de Machado]. Sem meter advogado no meio".

O ex-presidente ressaltou que "advogado não pode participar disso", "de jeito nenhum", porque "advogado é perigoso". "Nós temos é que fazer o nosso negócio e ver como é que está o teu advogado, até onde eles falando com ele em delação premiada", indicou Sarney, segundo a Folha.

Machado consultou o ex-presidente sobre um encontro que reunisse Sarney, Renan, seu padrinho político, e também Jucá: "o Romero também está aguardando, se o senhor achar conveniente". José Sarney, no entanto, disse não achar "conveniente, a gente não põe muita gente" e citou a máxima do ex-governador do Rio de Janeiro e ex-ministro Amaral Peixoto (1905-1989) de que "duas pessoas já é reunião. Três é comício".

Por meio de nota, José Sarney disse que as conversas mantidas com Machado "nos últimos tempos, sempre foram marcadas, de minha parte, pelo sentimento de solidariedade, característica de minha personalidade".

Professores de São Luís deixam mais de 80 mil alunos sem aula


Os professores da rede municipal de ensino de São Luís deflagraram nesta quarta-feira, 25, uma greve suicida, por tempo indeterminado, deixando mais de 80 mil alunos do ensino fundamental fora das salas de aula, comprometendo todo o calendário escolar de 2016.

Para conter a greve, a Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), apresentou uma contraproposta ao Sindicato dos Profissionais do Magistério do Município de São Luís (Sindeducação) da ordem de 10,67%, em duas parcelas, sendo a primeira de 5% em junho (com retroativo a janeiro) e a segunda de 5,4% (em novembro), sem retroativo.

No entanto os professores exigem do município um reajuste integral de 11,36% (com retroativo), votando a favor da paralisação total do sistema educacional da rede municipal.

A prefeitura se diz aberta ao diálogo.

"Por que o governador não chama os policiais excedentes?"

Deputado estadual Edilázio Júnior
O deputado estadual Edilázio Júnior (PV) usou a tribuna da Assembleia Legislativa para criticar duramente a postura tomada pelo governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), em solicitar ao Ministério da Justiça do governo do presidente interino Michel Temer (PMDB), a presença da Força Nacional de Segurança (FNS), em São Luís, por conta de atos incendiários contra ônibus na capital por meio de membros de facções criminosas.

As ações turbulentas vêm ocorrendo há uma semana na região metropolitana de São Luís, apesar das ações das polícias militar e civil que tentam barrar atos contra o patrimônio público e privado. 

Edilázio lembrou que em há dois anos, o então candidato ao governo, Flávio Dino, criticava a mesma postura adotada pela ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) pela solicitação e uso da Força Nacional.

Veja o que diz o deputado:

A Força Nacional vindo para cá! Por que o Governador não chama os excedentes da Polícia? Sairia muito mais barato, mais em conta, traria estabilidade para nosso Estado, traria mais empregos para nosso Estado, mas não, trouxe a Força Nacional com o apoio do governo que ele chama de "golpista".

Um alerta que não repercutiu bem



As declarações do secretário estadual de Comunicação e Assuntos Políticos, jornalista Márcio Jerry (PCdoB), não foram muito bem digeridas nas redes sociais. É que, praticamente, o secretário faz uma conclamação para os profissionais da comunicação não repercutirem "boatos e ações criminosas" de atos incendiários contra a frota de ônibus em São Luís.

Acredito que quem trabalha com seriedade e divulga os fatos da cidade em sua integralidade não iria cometer tamanha atrocidade pública. Só que no afã de alertar à imprensa, o secretário Márcio Jerry acabou colocando jornalistas, radialistas e blogueiros na vala comum, o que pegou muito mal.

É bom que da próxima vez o secretário dê nome aos "bois" para não ultrajar uma categoria sofrida, que trabalha com retidão na divulgação dos fatos.

Tenho certeza que não me enquadro nessa casta retratada no Twitter pelo nobre secretário comunista.

Pinto Itamaraty deve ser confirmado vice de Eliziane Gama

Pinto Itamaraty vai ficar ao lado de Eliziane Gama
Não resta mais dúvidas que o candidato a vice, na chapa a ser encabeçada pela deputada federal Eliziane Gama (PPS) rumo à Prefeitura de São Luís, será mesmo o suplente de senador Pinto Itamaraty (PSDB). A confirmação praticamente veio à tona, na terça-feira, 24, com o fechamento da cúpula tucana em torno do nome da "noviça rebelde" para a disputa eleitoral de outubro na capital maranhense. 

O apoio do PSDB à virtual candidata Eliziane Gama foi costurado, em Brasília (DF), nas presenças do presidente nacional do partido, senador Aécio Neves; o dirigente estadual, o vice-governador Carlos Brandão; o próprio ex-deputado Pinto Itamaraty e o deputado federal João Castelo, que literalmente abriu mão de entrar na corrida sucessória ao Palácio La Ravardiére, sede do governo municipal, deixando o terreno livre.

Também estiveram presentes ao evento o presidente nacional do PPS, Roberto Freire; o deputado federal Rubens Bueno (PR) e a deputada Eliziane Gama, que declarou que esse é um projeto que vem para ganhar as eleições em São Luís.

"Estou muito feliz com essa decisão. Essa aliança significa um grande passo para a consolidação de um projeto vitorioso para as eleições de 2016. Sacramenta um projeto viável e vitorioso para a capital", afirmou Eliziane Gama.