Comercial da Prefeitura de São Luís

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segunda-feira, 3 de julho de 2017

Estevão Aragão cobra explicações de Edivaldo sobre sonegação fiscal de secretário de Governo


O líder do PSB na Câmara de São Luís, vereador Estevão Aragão (foto), disse na sessão desta segunda-feira, 3, que o prefeito Edivaldo Holanda Junior (PDT) precisa e tem a obrigação moral de se posicionar perante à sociedade sobre as fortes denúncias que pairam na mídia sobre a cabeça do secretário municipal de Governo, Lula Filho.

Desde a semana passada, blogs têm exibido nas redes sociais fartos documentos que comprovam a sonegação fiscal das empresas ligadas ao secretário Lula Filho, que tiveram débitos baixados, indevidamente, do sistema municipal de Fazenda (Semfaz).

Os documentos revelaram “baixas-indevidas” de débitos tributários dessas empresas, do sistema de arrecadação fiscal da Secretaria Municipal de Fazenda. Para o vereador do PSB,  o fato causou um reboliço na gestão do prefeito Edivaldo, não só na Câmara Municipal, mas também na opinião pública, ao ponto do chefe do Executivo pedir que o auxiliar antecipasse suas férias para evitar um desgaste maior à gestão da Prefeitura.

O prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior (PDT), ao lado do secretário de Governo, Lula Filho
Segundo as denúncias, as dívidas tributárias “baixadas” –– referentes ao período de janeiro de 2012 a maio de 2017 –– eram de duas empresas de propriedade do próprio secretário de Governo: a Sucesso Assessoria e Marketing Esportivo e o Instituto de Desenvolvimento Profissional e Pessoal – ME. A primeira possuía débitos que variavam entre R$ 1,5 mil à R$ 1,9 mil. Enquanto os débitos da segunda eram entre R$ 8,3 mil à R$ 9,5 mil.

Estevão Aragão destacou que as denúncias vieram à tona na segunda-feira passada, 26,  no Blog do Davi Max, mas que até o momento o prefeito Edivaldo não se pronunciou sobre o assunto. 


"Embora o prefeito não tenha tomado medidas em relação às suspeitas que envolvem seu principal secretário de Governo, o blog apurou que a gravidade do caso provocou a demissão de dois funcionários por suspeitas de vazamentos dos documentos: um que estava lotado na Semfaz e outro, que trabalhava no Centro de Tecnologia Avançada (CTA), empresa responsável pela terceirização do sigilo fiscal", frisou o vereador Estevão Aragão.

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